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Felicidade e Autossabotagem

Começo com uma simples pergunta: se somos todos UM, não seria óbvio que o bem que eu faço ao outro, é na verdade o bem que faço a mim mesmo? Dentro dessa lógica, gostaria de compartilhar algumas informações que tem ajudado no meu desenvolvimento como ser humano. Ao fazer isso, me exponho, e entendo que julgamentos possam surgir. Assim como qualquer indivíduo, estou no meu processo de evolução. Cada um de nós tem o seu caminho único e individual, nenhum é melhor, pior ou igual ao outro. Porém, acredito que podemos aprender uns com os outros nessa caminhada, por isso compartilho aqui um pouco da minha com vocês.

Minha intenção maior é tão ambiciosa quanto simples: que cada ser possa sentir-se feliz e realizado através da expressão da sua verdade. Apesar da felicidade ser um conceito relativo e praticamente intangível, basta olharmos ao nosso redor para perceber que pouquíssimas pessoas extravasam os potenciais que possuem, inclusive o de serem felizes. Mas será que nós já tentamos, verdadeiramente, entender porque isso ocorre em nossas vidas? Uma forma prática e consciente, entre tantas outras, de se entender os motivos de ainda não vivermos de forma plena, é relembrar o conceito da famosa Pirâmide de Maslow. Ela explica, de forma extremamente dinâmica, a hierarquia de necessidades de qualquer indivíduo da nossa sociedade ao longo de sua evolução, as quais devem ser supridas para que este possa, enfim, atingir a auto-realização.

piramide-maslow

Desde que foi desenvolvido pelo psicólogo norte-americano, Abraham Maslow, além de um tanto desgastado, o conceito recebeu diferentes interpretações. Escolhi aqui me ater ao conceito original, pois acredito que este facilita a compreensão não apenas da evolução da nossa sociedade, como também das chaves de seu controle. Quando digo evolução, é necessário rompermos um primeiro possível paradigma e aceitarmos o fato de sermos seres espirituais tendo uma experiência material, e não o contrário. Portanto, qualquer evolução ou ato aqui na matéria, em qualquer aspecto de nossas vidas, não deixa de ser uma evolução ou ato espiritual. É importante entendermos que enquanto as necessidades de um degrau inferior da pirâmide não são supridas, o indivíduo fica impossibilitado de passar para o próximo. De forma resumida, a base da pirâmide (ou primeiro degrau) corresponde às nossas necessidades fisiológicas (respiração, comida, água, sexo, sono, homeostase, excreção). Hoje, das 7 bilhões de pessoas encarnadas no planeta, 1 bilhão vive em situação de extrema pobreza e luta diariamente por um mísero prato de comida, ou seja, encontram-se estagnadas na base da pirâmide. Consequentemente, são as mais vulneráveis a qualquer tipo de controle. De novo, se somos UM, o sofrimento delas afeta a todos nós, impedindo assim que sejamos 100% felizes e plenos. No segundo degrau, estão alocadas as necessidades de segurança física, recursos (dinheiro), emprego, família, saúde, moralidade e prosperidade. Não é por acaso que quando se faz uma grande dívida, ou se está desempregado, o indivíduo mesmo já tendo atingido um degrau mais elevado, regride para o segundo degrau e por lá permanece, vivendo quase que exclusivamente em função disso até que a situação seja resolvida. Por isso, é importante que entendamos que CRÉDITO = DÍVIDA. Muitos podem achar isso o “óbvio ululante”, mas é espantoso o número de pessoas, de todas as classes sociais, que ainda não entenderam. A prova disso é que encontram-se, constantemente, endividadas. Nós mesmos nos colocamos reféns de um banco. Existe maior autossabotagem do que essa? Também não é por acaso que tudo gira em torno do sexo nessa sociedade. Basta ligar a TV, sair na rua ou participar de alguma rede social para se dar conta disso. Repare e verá a enorme quantidade de pessoas que existe hoje no planeta estagnadas no segundo degrau, em função de não terem suas necessidades sexuais verdadeiramente supridas. O mesmo acontece em relação à saúde, de forma ainda mais evidente. Basta ficarmos doentes para que a doença se torne o foco de nossas vidas. Todo o resto fica em standby. O terceiro degrau aloca nossas necessidades sociais, como relacionamentos bem sucedidos e reciprocidade no amar e ser amado (amizade, bom relacionamento com a família, intimidade sexual). Quantas pessoas conhecemos que ficam anos paralisadas em busca de um relacionamento, cuja vida só começa a andar novamente após resolverem essa questão? Ou que, enquanto não resolvem sua relação com os pais, por exemplo, não conseguem realizar nada na vida? Não foi à toa que, logo após entrar em um relacionamento onde minhas carências afetivas foram supridas, vieram à tona todas as minhas pendências familiares inconscientemente reprimidas. “Embaixo do tapete”, havia questões que eu jurava já ter superado e tantas outras que eu não tinha coragem para enxergar. Posso garantir que só está sendo possível seguir em frente porque iniciei um trabalho profundo de perdão e aceitação com relação aos meus pais, irmãos e a mim mesmo. Hoje, faço o possível para reconhecer o que as dinâmicas familiares vem me mostrar sobre mim mesmo e agradeço por eles fazerem parte da minha evolução. É um trabalho interno, individual e constante que se externaliza muito mais nas ações do que nas palavras. Notem então que, sempre que se supre as necessidades de um degrau, as questões do próximo vem à tona. Portanto, é uma tremenda ilusão se achar que ganhando muito dinheiro todos os problemas estarão resolvidos ou desaparecerão. No quarto degrau, entram nossas necessidades de auto-estima, onde se enquadram os sentimentos de confiança, de respeito por parte de outras pessoas e de reconhecimento por nossas conquistas. Por incrível que pareça, muitas pessoas sequer alcançam esse degrau, ou permanecem nele por curtos períodos de tempo. No topo da pirâmide (ou quinto degrau) estão os sentimentos de realização-pessoal e auto-realização. Segundo Maslow, o objetivo de todas as pessoas é atingir a auto-realização e encontrar o equilíbrio entre as necessidades básicas e as necessidades que tangem a realização plena. Embora qualquer indivíduo, sem exceção, possa atingir o topo dessa pirâmide, caso realmente queira e atue para que isso ocorra, são raros os casos de indivíduos que chegam nesse estágio de evolução. A maioria das pessoas está presa em algum degrau abaixo da auto-realização e pode ser muito útil observarmos como isso ocorre em nossas vidas também. Tenho observado isso na minha vida e tem me ajudado muito. Claro que seria impossível descrever os degraus superiores, uma vez que ainda oscilo entre degraus intermediários como a grande maioria, portanto acho que está claro que essas informações não provêm única e exclusivamente da minha experiência particular. São também fruto de leituras e observação. Por outro lado, já trabalhei e mudei muita coisa na minha vida em função delas, principalmente com relação à quebra de paradigmas que eu carregava e também ao meu sistema de crenças (leia-se como sistema de crenças: tudo o que uma pessoa acredita).

No entanto, o que Maslow não explica é o que existe acima do quinto degrau, ou seja, qual o próximo passo para um indivíduo que chega ao quinto degrau. Esse seria o final do nosso processo evolutivo? Certamente não. O que seria então o “SEXTO DEGRAU”? É possível que o que eu fale agora entre em conflito com o atual sistema de crenças de muitas pessoas, mas sabemos que não existe evolução sem que haja quebra de paradigmas. Isso está sendo comprovado dia após dia pela própria História da humanidade. Basta lembrar que pessoas foram queimadas apenas por afirmarem que a Terra era redonda e que, hoje, mulheres são apedrejadas por quererem escolher com quem fazem amor ou não, simplesmente porque isso fere o sistema de crenças de uma sociedade X. Por outro lado, já foi cientificamente provado que é justamente a crença no placebo, o que faz com que ele funcione. Curando, inclusive, pacientes de doenças terminais. Impressionante o poder das nossas crenças, não é mesmo? Ou seria o poder das nossas mentes? Bom, vamos ao “sexto degrau”! Antes de mais nada, é fundamental esclarecer que não há como chegar nesse estágio de evolução sem vibrar amor, ignorando seu “propósito maior” nessa vida ou a existência das leis universais. Sim, existem leis no universo e saber como elas funcionam pode tornar essa caminhada bem mais harmônica. Para isso, é fundamental termos plena consciência de que nós atraímos exatamente o que nós vibramos, seja positivo ou negativo. Não há merecimento algum, é pura atração, através de um campo elétro-magnético. Entender isso, é libertar-se de uma das maiores “algemas” da humanidade: a culpa. A Física Quântica (ou Mecânica Quântica), explica essas leis com fórmulas e teorias que estão acessíveis pra quem quiser se aprofundar no assunto. Outro fator relevante, e acredito que um dos mais valiosos dessa leitura, é saber que ter o “sexto degrau“ como norte para o nosso crescimento, é o grande segredo para resolver as questões de todos os degraus anteriores, com muito mais leveza e sem toda essa perda de tempo. Esse estágio de evolução é o que Siddhartha Gautama, o Buda, descreve como Nirvana. Segundo ele, qualquer pessoa pode atingí-lo, desde que solte tudo. Visivelmente, esse “soltar tudo” foi tão pouco compreendido quanto o “amai-vos uns aos outros”. Isso me leva a suspeitar que muitos nem considerem Buda ou Jesus Cristo como exemplos a serem seguidos. Afinal, são divinos demais pra servirem de exemplo a nós, reles mortais, que adoramos cultuar estátuas e alimentar nossa separação com o Divino, não é mesmo? A necessidade de um intermediário para nos conectarmos com nós mesmos me soa mais como uma desculpa para evitarmos esse contato ou uma invenção de alguém que não quer que essa poderosa conexão seja estabelecida. Não é tão difícil admitirmos que esse tem sido o papel das religiões no mundo, sejam quais forem. “I like you Christ, I don’t like your Christians. Your Christians are so unlike your Christ., afirmou Mahatma Gandhi sobre o povo cristão. “Thank God I am Jung, and not Jungian”, satirizou Jung, ao constatar que nenhuma das inúmeras correntes Jungianas o haviam compreendido. Enxergam aonde está o problema? Mal compreendidos com frequência pelos intermediários, os ensinamentos de qualquer mestre, mais confundem do que esclarecem. É claro que culparmos as religiões pela má interpretação dos ensinamentos de seus inspiradores (é sempre bom lembrar que Buda não era Budista, Cristo não era cristão e por aí vai…) seria criar mais uma zona-de-conforto em nossas vidas. É muito mais confortável delegarmos o controle de nossas vidas do que assumirmos a TOTAL responsabilidade sobre tudo que acontece conosco. Lembram que atraímos tudo aquilo que pensamos ou vibramos? Percebem aonde está o X da questão? Nós mesmos nos colocamos onde estamos nesse exato momento, seja onde for. Seja bom, seja ruim. Doa ou dê prazer. Não existem culpados externos.

Mas não seja por isso, por sorte (ou misericórdia, dependendo do sistema de crenças que se segue) temos exemplos de outros seres humanos (e esses bem de carne e osso!) que transcenderam o quinto degrau. Entre eles, o já citado Mahatma Ghandi, Madre Teresa, Abraham Lincoln, Martin Luther King, Nelson Mandela, Albert Einstein, Allan Kardec, Max Planck, Chico Xavier e mais alguns poucos. De forma bem direta, foram pessoas que deixaram seu ego 100% de lado para que o Co-Criador (o que alguns chamam de Centelha Divina), que existe dentro de cada um de nós, pudesse atuar. E como atuaram! Um libertou 300 milhões de Indianos da colonização inglesa (detalhe: enrolado em um lençol!); uma tratou miseráveis desconhecidos como seus próprios filhos; o outro aboliu escravidão nos EUA; o outro transformou o sonho de igualdade entre negros e brancos em uma realidade palpável; o outro acabou com o Apartheid na África do Sul; o outro desenvolveu a Teoria da Relatividade; o outro provou que a morte não existe, o outro é considerado o “Pai da Física Quântica” (Física que estuda como o Universo funciona, não se limitando apenas aos fenômenos da terceira dimensão, como faz a Física Tradicional), o outro cedeu todos os direitos autorais das mais de 50 milhões de cópias de seus 468 livros psicografados para instituições de caridade. Acho que não restam dúvidas de que são essas as pessoas em quem devemos nos mirar, não é mesmo? Bom, pelo menos eu penso que deveríamos. O fato é: nós fazemos isso na prática? Mas talvez a pergunta mais interessante seja: por que não seguimos seus exemplos em nossas vidas? Só pensar isso, já é uma forma de evolução! Acontece que só pensar, pelo menos aqui nessa dimensão, não basta. Uma hora temos que agir, atuar, pôr em prática nossos valores e conhecimentos adquiridos, usar nossos talentos para o bem. E quando será isso? Amanhã? Daqui a 10 anos? Na próxima encarnação? Ou será que dá pra fazer isso desde já? Esses são os questionamentos que me faço, cada dia com mais intensidade. E graças aos seres que não se omitiram diante deles, hoje sei que não sou um mero sonhador, muito menos o único (salve John Lennon!). Não dá mais para vivermos dentro dos mesmos paradigmas em plena era da informação. Se pararmos para olhar pra História da humanidade, sem tabus ou pré-conceitos, veremos que o único padrão ali é que não existe verdade absoluta, uma vez que as descobertas mais recentes sempre provam que nada era muito bem como se afirmava ser. Parece ironia, mas é um fato! Insistimos em ficar estagnados em zonas-de-conforto de todos os tipos e isso, inevitavelmente, gera sofrimento. Quando identificados com nossos sofrimentos, tendemos a “puxar o freio-de-mão”, resistindo ao nosso próprio crescimento. Ao fazermos isso, estamos indo contra o fluxo do universo, que é movimento constante, AD INFINITUM! Ignoramos, inclusive, o fato de sermos feitos de átomos que vibram a velocidades altíssimas, e que se resolvessem dar uma “paradinha para descansar”, nossos corpos físicos simplesmente sumiriam. Portanto, ficar parado na zona-de-conforto não é uma boa opção pra quem deseja transcender todos esses degraus e abandonar, de uma vez por todas, todo esse sofrimento que não faz o menor sentido. Percebem o tamanho da nossa falta de conhecimento sobre qual é a realidade-última (leia-se: a realidade, considerando o mundo material e todo o resto) da qual fazemos parte? Vivemos como peixes que ignoram a água, ou pior, não a aceitam em função de paradigmas e crenças que nem sequer são nossos, nos foram implantados ou herdados.

Ok, agora vamos ao ponto aonde eu queria chegar. Existem inúmeros trabalhos espirituais realizados através de canais (leia-se como canal: pessoa que canaliza conhecimentos ou mensagens de espíritos e outros seres), que nos explicam como funciona o universo e como é a realidade-última. Isso tudo para que se possa quebrar esses tabus e medos que impedem as pessoas de evoluir. Imagine que você está dentro de um jogo onde você desconhece as regras. Quais as suas chances de evoluir nesse jogo? Tudo isso faz parte de um trabalho maior que tem como finalidade ajudar TODOS a serem felizes! No entanto, do outro lado, está a Ciência. A Física tradicional se limita a explicar apenas os fenômenos da terceira dimensão. Isso por uma posição política conservadora e totalmente pessoal, adotada por cada físico tradicional. Por isso, os físicos que aceitaram o que os resultados de experimentos reais estavam lhes mostrando sobre a existência de outras dimensões e como o universo realmente funciona, foram enquadrados em uma nova categoria da Física, que hoje é conhecida como Física Quântica, ou Mecânica Quântica. Ela é na verdade a continuação da Física, sem resistências políticas, ideológicas ou pessoais. Simples assim. Mas como os seres humanos adoram gerar separação, eis que esse grupo de cientistas foi segregado da Física Tradicional. A Mecânica Quântica, é o local onde finalmente Ciência e Espiritualidade se encontram, por isso tanta resistência de ambos os lados para que ela seja divulgada. Resistência vã, pois nada nem ninguém pode deter a evolução do Universo. Para quem consegue transcender essas resistências que só atrasam o caminho da auto-ralização pessoal de cada ser e quiserem adentrar o mundo da Mecânica Quântica, existem vários livros que não se utilizam de uma linguagem muito técnica e podem ser um ótimo começo (aqui alguns deles: “O Campo”, de Lynne McTaggart; “Universo Autoconsciente”, de Amit Goswami e “Ressonância Harmônica”, de Hélio Couto). O entendimento das leis universais possibilita às pessoas suprirem as necessidades retratadas em cada degrau da Pirâmide de Maslow com muito mais facilidade, mas lembremos, sempre mirando no “sexto-degrau” (esse sexto-degrau deve ser compreendido como uma metáfora, uma vez que nossa evolução é infinita e não se restringe a degraus, eles são apenas uma forma dinâmica de olharmos para as nossas necessidades enquanto seres humanos). No entanto, não adianta transcender um degrau e criar uma nova zona-de-conforto no próximo.

Desde seu surgimento, através de Max Planck (Nobel de Física), a Mecânica Quântica vem sendo desenvolvida por físicos espetaculares como o físico indiano, Amit Goswami, que segue com novas descobertas de forma brilhante. Mas acima de tudo, trata-se de uma ciência que está sendo desvendada por seres humanos íntegros, corajosos e pioneiros, que não ignoram e muito menos se intimidam diante de questões como: “Quem sou eu?”, “De onde eu vim?“, “O que eu estou fazendo aqui?”, “Quem É Deus?”, “Como funciona o Universo onde estou inserido?”, etc.

Me sinto grato em poder compartilhar isso com todos pois sei que, aí do lado de dentro, muitos querem ajuda mas, as vezes, não conseguem ou não sabem bem como ou pra quem pedir. Quanto mais eu caminho, mais enxergo que não tenho absolutamente nada pra ensinar pra ninguém, mas estou descobrindo que as pessoas possuem a habilidade de aprender através de mim. Afinal, estamos todos a serviço uns dos outros, como espelhos que nos ajudam a olhar pra dentro de nós, de uma forma que, muitas vezes, ainda não conseguimos fazer sozinhos.

Pra quem chegou até aqui, agradeço por podermos evoluir juntos. Seria muito bom saber que essa informação atingiu alguém de alguma forma e poder trocar informações e experiências que possam me ajudar nessa caminhada.

Deixo aqui o documentário “Quem Somos Nós” completo e legendado. Além de uma magnífica e divertida introdução à Mecânica Quântica, um valioso conhecimento sobre como nós mesmos criamos nossa própria realidade. E se a criação da própria realidade te parece algo fantasioso, acho válido terminar essa nossa conversa com uma das frases do famoso físico quântico, Niels Bohr (também Nobel de Física), colega contemporâneo de Max Planck: 

“Se a Mecânica Quântica não te assustou, então você não a entendeu ainda”

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The author

Desde criança, sempre busquei a resposta para as seguintes perguntas: Quem eu sou? De onde eu vim? O que estou fazendo aqui? Pra onde eu vou? Essa busca acabou por se tornar prioritária em minha vida. Graças a todos que compartilharam e compartilham seus conhecimentos, tenho feito grandes transformações em minha vida. Assim, foi natural a decisão de compartilhar aqui as informações mais relevantes ao meu processo de evolução, inspirando cada vez mais pessoas a seguirem seus próprios corações.